Olfato, Memórias, Frequências e Arquétipos – A Neurolinguística através de Aromas

Química Quântica, Aroma e Padrão Vibratório (frequência)


Sabe-se  que  os sentidos de visão e de audição são detectados como ondas de luz e som. Quanto ao olfato, segundo conclusões científicas recentes, podem seguir as mesmas diretrizes. Acreditava-se que nosso senso olfativo se restringisse  a detectar partículas químicas, mas recentemente, os cientistas começaram a perceber que quando se trata de nosso olfato, há um processo não discernido acontecendo.
Por décadas os biólogos pensavam em saber exatamente como o narizes farejavam diferentes produtos químicos. Mas biólogos como Jenne Brookes, acham que poderia haver um novo ingrediente na mistura. Isto cheira mecânica quântica!
(Assista o Documentário – Os Segredos da Física Quântica)https://www.youtube.com/watch?v=0NadsY6FK_Y

Quando o nariz detecta um produto químico, dispara um sinal nervoso de nosso cérebro. Mas diferentes produtos químicos criam sensações diferentes, a explicação padrão para isto tem a ver com a forma das moléculas.


A teoria convencional que remonta os anos 50 diz que a molécula do perfume tem uma forma especial que permite encaixar-se nas moléculas receptoras de nosso nariz. Se tem o formato ideal é como uma luva ou uma chave de fechadura. Na verdade, é chamado de bloqueio e de mecanismo de chave – com a forma errada não há encaixe no receptor, logo não dispara os sinais que darão a sensação única naquele cheiro.


Contudo a teoria de bloqueio de chave sempre teve um inconveniente.Em testes olfativos concluiu-se que a molécula de benzaldeido e cianeto possuem o mesmo cheiro. Como isto é possível se a formula de ambas é bem distinta? Logo o mecanismo que explica como cheiramos está incompleto. A biologia quântica tem uma explicação estoneante. Ela diz que nosso nariz não está cheirando moléculas químicas, mas sim que  ESTÁ ESCUTANDO ELAS. (Dualidade Partícula-Onda).

O ácido cianídrico, também designado de ácido prússico, é um ácido fraco de fórmula HCN. Apresenta um cheiro a amêndoas-amargas e é muito tóxico. A sua toxicidade deve-se a uma desativação das enzimas de oxidação, através da formação de complexos como o ferro que estas enzimas contêm, bloqueando-se deste modo a cadeia de transporte de eletrões até ao oxigênio.
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Não é o formato da molécula que importa quanto ao cheiro e sim o nível vibratório das moléculas. Estas moléculas químicas estão tocando uma música em nossos receptores do nariz que captam as variadas vibrações. As moléculas receptoras contêm partículas quânticas (elétrons)  que saltam de um átomo para o outro determinando a vibração que permite a identificação do cheiro através de uma frequência específica.
Quando sua mãe te chama e você reconhece o timbre da voz dela, você identifica a vibração específica que viaja a teus receptores auditivos por meio de ondas sonoras. Com olfato a identificação também ocorre por intermédio de ondas olfativas específicas.

Olfato, Memória e Frequências


É inegável o fato de que fragrâncias tenham a capacidade de trazer memórias e emoções à tona. Quem nunca se lembrou daquele dia alegre de infância na fazendo de teus parentes ao sentir o cheiro de terra molhada trazido pela chuva? Ou do cheiro de pão de queijo e café com uma tarde na casa da vovó?  Ou de um momento com a ex-namorada ao sentir o perfume que ela usava? Também de maneiras digamos negativas; o cheiro de uma comida que lhe fez passar mal pode lhe trazer repulsa ao trazer da memória daquele momento incomodo. Qual a simples conclusão que chegamos: através das frequências do aroma podemos chegar ao inconsciente com suas milhares de memórias. Logo o que são as memórias no inconsciente? Frequências. Imaginem os benefícios que isto pode trazer para as pessoas se começarem a ver o mundo quanticamente (dualidade partícula-onda= Frequência).

Olfato e Fragrâncias Frequencias Curadoras – Aromoterapia


Aromaterapia=aroma(cheiro  agradável)  e  terapia  (tratamento  que  possibilita  melhorar  e  curar  )  é  um  termo  criado  pelo  químico  francês  René  Maurice  Gattefossé nos anos vinte para descrever a prática de usar óleos de essências de plantas, flores, raízes, sementes, etc., em curas.
Gatefossé utilizava os óleos essenciais em produtos para perfumar, ocorreu que quando estava fazendo uma destilação houve um acidente, queimando um dos braços, sem pensar mergulhou seu braço em uma tina de lavanda e percebeu imediatamente  que  a  sensação  de  dor  passou.Em  poucos  dias  o  machucado  tinha  melhorado  e  sem  cicatrizes.Isto  levou  a  pesquisar  e  se  interessar  pelas  possibilidades terapêuticas dos óleos essenciais.
O termo é aplicado em um ramo especial da fitoterapia, é a arte e a ciência de usar as propriedades terapêuticas dos óleos essenciais para promover a saúde e o bem estar do corpo, da mente e das emoções.


Pensando em termos de frequência, é possível sim através de estudos tipificar o aroma de determinada raiz, por exemplo, à frequência de uma emoção específica como satisfação, bem estar, sensualidade (libido), estado meditativo etc.
Assim como utilizar no tratamento de enfermidades; não é raro alguém aconselhar o tratamento caseiro para sinusite com inalação do vapor de ingredientes como o alho. É claro que o alho tem anti-histamínicos, biomoléculas que ajudam no combate do processo alérgico. Contudo, o vapor e o cheiro do alho tem uma frequência específica, e os resultados terapêuticos deste e de centenas de outros ingredientes que tem sido usados por séculos pela sabedoria popular são inquestionáveis. Por si só isto demonstra uma relação sensorial do humano com a natureza, deduzida intuitivamente e praticado por diversas culturas (Se  todo uso fitoterápico fosse concebido por tentativa e erro o quão estaríamos perdidos com esta flora inumerável).

Acesso aos Arquétipos através do Olfato

Sabemos que os arquétipos são padrões frequenciais conscientes que ajudam a organizar nosso universo. Os padrões arquetípicos do inconsciente podem ser definidos, isto a psicologia junguiano  faz e nos mostra com maestria. Também sabemos que um grupo cultural expressa determinados padrões arquetípicos; por exemplo a cultura cigana tem roupa, vocabulário, costumes próprios, diferentes da cultura esquimó, por exemplo.


Então a cultura cigana também tem seus temperos, aromas etc próprios de sua cultura.
Um de seus típicos ingredientes é a folha de louro, usada tanto na culinária quanto em aromatizantes relacionados a prosperidade. Ora os romanos utilizavam as folhas de louro para coroar os vencedores. Além disso, é possível saber que a origem da palavra ‘bacharelado’ vem da folha do louro que era anexada aos diplomas.
Diversas outras culturas, apesar das aparentes diferenças, utilizam-se do louro para o simbolismo da prosperidade – isto por que a frequência de prosperidade está contida na folha de louro!!!


Quanto mais nos aprofundamos mais nos aproximamos de uma postura científica e menos supersticiosa da vida! É isto que você está pensando? Então significa que os banhos com ervas tem seu valor vibratório, que isto deveria ser estudado minuciosamente? Cadê nossos biólogos quânticos? Rsrs!

Criando uma Neuroassociação Olfativa


Bem, como não pude estudar as relações aromáticas e suas reações específicas, isto ficará para mais breve uma lista. Mas vou passar pra vocês uma técnica de neuroassociação olfativa que, cientificamente, todos podem comprovar.
Usemos a folha de louro, barato e fácil de encontrar. Sabemos que o louro está associado a prosperidade, vamos usá-lo para este fim!


Acesse o material do blog – ”Desafio! Com poucas palavras quebre frequências hipnóticas e mude sua vida” para te ajudar na compreensão da técnica. https://cienciaespiritualidadeblog.wordpress.com/2016/04/01/desafio-com-poucas-afirmacoes-quebre-frequencias-hipnoticas-e-mude-sua-vida/

Lido o texto acima você já entendeu que pensamentos de dívidas, falta de dinheiro, emprego são frequências (em forma de pensamentos e sentimentos) que o indivíduo expressa, o que vamos fazer é criar uma neuroassociação pra quebrar a frequência de falta e substituir pela de prosperidade.


Primeiro Passo – Associe o cheiro do louro com o ganho de dinheiro. Como? Seja criativo, o importante é associar ao ponto de que quando você sinta o cheiro do louro você associe com o ganho de dinheiro; por exemplo, no dia que você recebe seu salário, acorde cheirando o louro  contentemente ate o recebimento da bufunfa em mãos. Treine seu cérebro, por exemplo: coloque numa gaveta uma quantidade de dinheiro. Inale o cheiro louro e abra a gaveta apreciando a quantidade de dinheiro lá contido enquanto cheira o louro. Com o tempo estará associado, e bastará sentir o cheiro louro para disparar mecanismos hormonais relacionados ao prazer e a prosperidade, logo se atrai o que se sente!
Segundo Passo – Feita a associação, quando sentir falta de dinheiro cheire o louro para sentir-se prospero novamente, sempre tendo atenção de tirar o foco da falta e colocar o foco na prosperidade que o louro vibratoriamente já te dá de graça. Cuidado, certifique-se que a neuroassiação esteja criada, para não achar que não deu resultados. Certifique-se também de não focar no negativo, senão não há tonelada de ervas em vapor que resolva. Os aromas (frequências) ajudam, mas lembre-se do papel fundamental co-criadora da consciência.

Logo teremos um apêndice desta matéria com neuroassociações olfativas para outros fins.
Obrigado a todos os visitantes! Não deixe de curtir, comentar e compartilhar!

Acesse também :Biblioteca expansão da Consciência – PDF GRATUITOS https://cienciaespiritualidadeblog.wordpress.com/2016/05/09/biblioteca-expansao-da-consciencia-pdf-e-audiobook-gratuitos/

3 comentários sobre “Olfato, Memórias, Frequências e Arquétipos – A Neurolinguística através de Aromas

  1. Li atentamente a matéria, meu problema é justamente olfativo, perdi o olfato faz 45 anos. De um a dez, meu olfato é zero. Que fazer para voltar? Vou tentar fazer chamada de louro, quem sabe regenera. Obrigado. Voltar na matéria, reler.

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